10/10/2009

Não à cidadania e à filosofia

Incluir filosofia e cidadania no calendário escolar nada mais é do que tirar do aluno a oportunidade de ter matérias que realmente lhe serão úteis na vida, e trocar por matérias que servem apenas para os professores fazerem proselitismo ideológico-partidário. Isso não é opinião, é fato, uma vez que o proselitismo e a doutrinação ideológica já acontecem em matérias em que os os professores tenderiam a ser supostamente "neutros", como história.

O ideal seria tirar essas duas matérias e incluir economia e direito básicos para o segundo grau. Trata-se de dois assuntos que DE FATO serão importantes para a vida futura do aluno, independente da carreira que ele escolher, e também é uma maneira de evitar que, como boa parte a geração atual da fase adulta, as novas gerações não tenham conhecimentos básicos desses dois assuntos, a acabem virando reféns de "Jornais Nacionais" da vida.

Mas o governo quer uma população consciente dos seus direitos e de economia? Não, quer só um população "progressista", que caia em qualquer besteirol do tipo "Alckmin é da Opus Dei e privatizará a Petrobrás". Azar do Brasil.

22/09/2009

O PB tem lado

Temos lado e digo qual é: social-democracia ambientalista, mas liberal do ponto de vista econômico - sou adepto da tese segundo a qual governo eficiente é enxuto, mas tem mão pesada nas áreas que realmente tem dever de cumprir (educação, saúde), o que não inclui estatais, burocratas e marajás em geral.

Nosso lado é a favor da inclusão social, mas contra boa parte dos movimentos sociais, sindicais e de outros gêneros, porque eles são propaganda negativa da causa que dizem defender, por cometer ilegalidades, incentivar greves ou se vender para governos.

A favor de criação de ONGs, mas contra dinheiro público metido nelas. Isso deveria ser óbvio, mas estamos no Brasil.

Por fim, somos a favor da democracia e defendemos que quem discorde nós, tanto pela esquerda quanto pela direita, discuta conosco, pois é assim que constrói uma democracia.

17/09/2009

Fraude: não incluíram Gabriel na pesquisa

Atenção, leitores! Cuidado com essas pesquisas presidenciais que andam fazendo por aí, pois estão ignorando a candidatura de Gabriel Tatagiba (PB), que pode inclusive estar liderando, mas seu nome não consta na lista apresentada aos entrevistados.

Não confie em pesquisas. Vote 32!

16/08/2009

O mascote do PB



Pombo, esse animal ao mesmo tão querido por parte da população mas condenado por outra parte - que o chama de
"rato alado". Pombo, que serve para levar mensagens.
Pombo, que representa a paz. Esse é o mascote do PB.

08/08/2009

Campanha "Não odeio o presidente"



A campanha “não odeio o presidente, odeio a presidência” existe para podermos lembrar que pouca diferença faz quem é ou quem será o próximo presidente: a maioria dos vícios praticados pelo atual presidente e pelos seus antecessores não está no caráter destes, mas sim no cargo. O vício do fisiologismo, do governo das medidas provisórias, da compra de apoio no Congresso, tudo isso está atrelado à Presidência da República, num sistema que pede para não dar certo pela combinação de fatores que conhecemos – personalismo político, autoritarismo etc. Assim, a campanha é para lembrarmos que temos como alvo presidente, sim, mas, em primeiro lugar nosso alvo é a cadeira. É a faixa.

Odiamos a Presidência.

28/07/2009

Uma questão de sobriedade

A existência ou não do Senado é algo que está em aberto no Partido Brasileiro. Por um lado, parece sensato que cada unidade federativa tenha representantes em igual proporção numa das Casas legislativas. Por outro lado, escândalos recentes nos fazem ver o Senado mais como um lugar onde se queima dinheiro do que um lugar no qual se trabalha pelo País - e, é bem verdade, a Câmara também é assim. O PB é democrático, e nesse aspecto como em muitos outros a concepção do filiado é que vale.
Sobre esse assunto o PB não tem posição oficial.

19/07/2009

Gabriel: "Não à verticalização"

O presidente nacional do PB (Partido Brasileiro), Gabriel Tatagiba, criticou hoje a verticalização - regra segundo a qual as coligações estaduais devem seguir as coligações para presidente (coligação federal). "É um absurdo, pois cada estado tem sua dinâmica política própria, assim como cada cidade a tem". Gabriel disse ainda que isso artificializa as relações políticas. "Na prática, os apoios de alguns partidos a candidatos acabam sendo informais. Depois do caixa dois, temos a coligação dois". Para Tatagiba, a regra envolvendo coligações partidárias deve ser apenas a eliminação da possibilidade de coligação para eleições não-majoritárias e o direito dos partidos que não atingem o
quociente eleitoral de disputar as chamadas "sobras".

Gabriel: "monarquia é futuro"

O presidente nacional do PB, Gabriel Tatagiba, repudiou tentativas de republicanos de ligar a monarquia a algo "ultrapassado" ou ditatorial. "A monarquia me parece muito mais moderna e liberal do que a presidência hoje, que é ditatorial e humilha o poder legislativo". Gabriel lembrou ainda sobre a importância de o Chefe de Estado e o Chefe de Governo serem pessoas distintas. "O Chefe de Estado representa o povo como um todo, representa a solidez das instituições", concluiu.

16/07/2009

Gabriel: "Não à reeleição ilimitada"

Apesar de ser parlamentarista, o presidente nacional do PB, Gabriel Tatagiba, diz que não vê com bons olhos a possibilidade de reeleição ilimitada, comum nos países que adotam esse sistema. "Acho que, para o Brasil, o melhor é no máximo haver dois mandatos consecutivos, como funciona atualmente na Câmara e no Senado". Gabriel ressaltou que o País deve fugir de armadilhas continuístas. "Nossos vizinhos, como Colômbia e Venezuela, vêm passando por problemas relacionados justamente às mentes ditatoriais de seus presidentes", concluiu.

Idiretas já?


Dilma ou Serra para primeiro(a)-ministro(a)

Algumas pessoas confundem o parlamentarismo, proposta do Partido Brasileiro, como uma possível volta de eleições indiretas, o que seria tirar do povo a autonomia de eleger diretamente o chefe de governo do nosso País. Isso é falso. No parlamentarismo, os líderes partidários são os candidatos naturais a primeiro-ministro, e você vota para deputado em um candidato do partido do seu candidato a chefe de governo - já previamente conhecido na campanha eleitoral. Só para exemplificar, ao invés de votar em José Serra ou Dilma Rousseff, você, para eleger um dos dois primeiro-ministro, vota num candidato a deputado do PSDB ou do PT. Esse sistema é melhor que o atual pois dá ao chefe de governo maioria natural, sem precisar pagar "por fora" - vide mensalão - para aprovar projetos. Ao mesmo tempo fortalece os partidos sem precisar "segurar" os políticos neles com a fidelidade partidária. Assim, não teríamos mais um presidente da República que todo dia humilha o Poder Legislativo do nosso País. Infelizmente, porém, o oportunismo de muitos políticos aspirantes a presidente da República e do baixo clero parlamentar que se beneficia do fisiologismo tira do projeto parlamentarista sua força política. Mas para isso estamos aqui.

03/07/2009

Apoios

Gabriel Tatagiba dá seu apoio ao PND, PPC, PEN, PNC, PMB,
entre outros que estão em processo de legalização.

Nossos caros deputados

Custo per capita do deputado brasileiro é maior do que nos EUA

Levantamento da ONG Transparência Brasil indica que os parlamentares brasileiros são os que mais pesam no bolso dos cidadãos na comparação com sete outros países: Chile, México, Estados Unidos, Alemanha, França, Grã-Bretanha e Itália. O estudo mostra que, no total, o salário e as verbas --para representação, viagens e contratação de assessores-- a que têm direito os deputados federais e senadores brasileiros superam R$ 1 milhão ao ano, colocando os congressistas do Brasil como os mais bem pagos, excetuando-se os deputados dos Estados Unidos --cerca de R$ 3 milhões. O levantamento informa que, no Brasil, deputado e senador recebem mais do que um parlamentar alemão (R$ 860 mil), francês (R$ 770 mil) ou britânico (R$ 760 mil). No entanto, segundo a ONG, quando se faz a correção pelo indicador da renda per capita, os benefícios do congressista brasileiro ultrapassam os do deputado norte-americano e chegam ao topo da escala. Os montantes a que um senador brasileiro tem direito representam 83 vezes o PIB (Produto Interno Bruto) per capita do Brasil --isso significa, de acordo com a Transparência Brasil, que, em média, um único senador se apropria de uma quantia equivalente à riqueza produzida por 83 brasileiros. No caso do deputado federal brasileiro, o número é 68. O deputado dos EUA se apropria de um montante equivalente a 32 vezes o PIB per capita local. O estudo indica ainda que, quando se analisam apenas os salários, os ganhos do deputado federal e do senador no Brasil são quase treze vezes o PIB per capita. Nos EUA, esse número não chega a quatro.


Folha OnLine - 02/07/09

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Um novo nome para um novo Brasil

O presidente do PB, Gabriel Tatagiba, afirmou que, se as reformas defendidas pelo Partido seguirem adiante, o País não se chamaria mais "República Federativa do Brasil". "Não sei exatamente qual nome pôr, mas pensei em um: Império das Unidades Federativas do Brasil", disse ele, em discurso inflamado.

02/07/2009

Gabriel recua e admite candidatura

Apesar das recentes negativas, o presidente do PB, Gabriel Tatagiba, já admite a possibilidade de se candidatar à Presidência da República. "Queremos discutir propostas, esse é nosso foco".

A candidatura de Tatagiba, porém, será ilegal, visto que o PB atua na ilegalidade em protesto contra a burocracia para criação de partidos e à existência do Fundo Partidário. De qualquer forma, na hora de votar, digite 32 Presidente.

Gabriel: "Farra-do-Boi é psicose"

O presidente do PB, Gabriel Tatagiba, classificou como hediondos crimes como Farra-do-Boi e Rinhas de Galo. Repudiuou, igualmente, qualquer tentativa de justificar tais práticas alegando que elas façam parte da "cultura popular". "Isso não é cultura, é psicose", retrucou o pebista. "Precisamos nos esforçar para proibir essas práticas e aumentar o rigor nas fiscalizações".

28/06/2009

Gabriel Tatagiba: "O Brasil precisa de um 'choque de democracia'"


Dom Luíz de Orleans e Bragança e Michel Temer

O presidente do PB, Gabriel Tatagiba, afirmou hoje que o País precisa de um verdadeiro "choque de democracia", contra o autoritarismo que a Presidância da República representa no nosso Brasil. "O verdadeiro choque é a partir do parlamentarismo e da restauração imperial do Brasil", disse.

Gabriel Tatagiba nega candidatura

O presidente nacional do PB (Partido Brasileiro), Gabriel "Elementos" Tatagiba, negou que pretende se candidatar à presidencia da República. "Não tenho idade para isso e, mesmo se tivesse, nossa ideologia parlamentarista não permite candidaturas a cargos executivos", disse Gabriel.

Porém, a maior possibilidade é apoio à candidatura tucana. "Não gosto de dizer 'dos males o menor', mas, de qualquer forma, é isso que é na prática", afirmou.

09/06/2009

Filie-se

Sei que a filiação é de brincadeira, mas, em protesto contra a burocracia para se criar partidos no Brasil, criei uma filiação falsa na barra ao lado. Se você concorda com tudo ou pelo menos uma parte do que defende o o PB, clique SIM.

Partido Brasileiro

1- Como, no Brasil, o poder executivo oprime o poder legislativo (além de estar ligado, por indicação ao poder judiciário) e este poder legislativo se deixa oprimir em busca de cargos e comissões, defendemos a monarquia parlamentar.

2- Defendemos que o equilíbrio entre os três poderes.

3- Defendemos o federalismo: mais autonomia para os estados e municípios. Em contrapartida, nós repudiamos repasses de verbas. Hoje, sabemos que há prefeituras que só conseguem se manter com tais repasses. O PB defende que, se um lugar não tem dinheiro para se custear, não deve se tornar município.

4- O Brasil, assim, seria um Império, pois teria na figura do atual chefe da Casa Imperial um Chefe de Estado, e federalista. O poder central caberia ao primeiro ministro, que equivale ao presidente da câmara dos deputados atual.

5- O PB é contra as dificuldades criadas para formar um partido no Brasil. Numa democracia, é necessária a liberdade para criar agremiações políticas. É contra, igualmente, repasses públicos aos partidos. Assim, nós temos o compromisso de extinguir o fundo partidário. Os partidos só poderiam receber dinheiro de pessoas físicas e jurídicas sem ligação com o governo (empresas, fundações, pessoas físicas etc.)

6- Na educação, como o Senador Cristovam Buarque propôs, defendemos que os filhos de políticos estudem em escolas públicas. Pretendemos, igualmente, tornar a educação básica e média federal. Além disso, passará a haver “vestibulares” para professores, incluindo os que já atuam. Só os que tiverem melhor nota nessa prova de conhecimentos gerais seriam aceitos. Seriam proibidas greves e outros “direitos”, que na prática faz do professor e profissional da educação em geral mais um militante político do que um professor.

7- Como haverá essa seleção (uma “peneira”), poder-se-ia aumentar os salários desses professores. Seria, aí sim, um investimento.

8- Também tiraremos do calendário escolar as matérias de sociologia e filosofia (usadas hoje para fazer proselitismo ideológico-partidário) e incluir, para o ensino média, as matérias de direito e economia básicas.

9- Somos a favor de cotas sociais/ raciais nas universidades como forma de reparação social e étinica

10- Somos a favor de políticas ambientais e dos direitos dos animais. Também defendemos a legalização das drogas, do aborto, da união civil entre homossexuais e da regulamentação da prostituição como uma profissão.

11- Apoiamos as Forças Armadas no combate ao tráfico nas fronteiras, na preservação da Amazônia e no combate à violência.

12 - Defendemos que ocupantes de cargos executivos não renunciem, mas sim se licenciem provisoriamente dos seus cargos para participar de eleições.

13 - Somos liberais, a favor das privatizações de estatais, enxugamento de gastos públicos e redução de impostos.

14 - Defendemos que os partidos que não conseguem atingir o Quociente Eleitoral também devem ter direito às sobras - assim como defende o fim das coligações para as eleições não-majoritárias

15 - Violência: somos favoráveis a melhores condições humanas nos presídios. Ao mesmo tempo, temos como meta evitar "penas alternativas" ou saída da penitênciaria antes da pena estabelecida no julgamento. Isso evita os ínumeros casos de reincidência criminal. Somos contra pena de morte, e a favor da prisão perpétua.

16- O PB é um partido que defende o parlamentarismo, portanto, não tem nunca candidatos para cargos de presidente nem de vice-presidente, a não ser para divulgar o programa do próprio partido.

17- E em protesto contra a burocratização e dificuldade para se criar um partido no Brasil, nós não tentaremos nos legalizar.

Gabriel Tatagiba, presidente nacional do PB